quarta-feira, 28 de agosto de 2013
E-mail.net
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sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Brilhe a vossa luz!!!
Se te encontras sob o cerco de vibrações conturbadoras, emite de ti mesmo aquelas outras que se mostrem capazes de gerar vida e elevação, otimismo e alegria.
Ninguém susta golpes da ofensa com pancadas de revide, tanto quanto ninguém apaga fogo a jorros de querosene.
Responde a perturbações com a paz.
Ante o assalto das trevas faze luz.
Se alguém te desfecha vibrações contrárias à tua felicidade, endereça a esse alguém a tua silenciosa mensagem de harmonia e de amor com que lhe desejes felicidade maior.
Emmanuel
PROSPERIDADE
"A conquista da prosperidade na vida pessoal e profissional é uma das aspirações do ser humano da civilização moderna.
Com reflexões e consequentes mudanças de atitude podemos atingir a nossa felicidade como indivíduos enquanto cada um de nós sermos um elemento centrais de nossa sociedade"
https://www.facebook.com/werlow
sábado, 17 de agosto de 2013
PREÂMBULO
Quando alguém começava a frase “Eu não sou
racista, mas...” você pode estar certo que o que segue será uma
declaração racista que desmentirá espetacularmente o seu preâmbulo.
Ninguém é mais racista do que quem começa dizendo que não é.
“Eu não sou moralista, mas...” geralmente precede uma posição moralista de embaraçar um Savonarola.
“Eu não tenho nada contra, mas...” Segue um catálogo de coisas contra.
O hábito do preâmbulo imediatamente contrariado tem o seu lado bom. Significa que quem o usar pelo menos reconhece que vai destoar do que seria um pensamento normal, universal, esclarecido e correto. Que precisa se precaver e fornecer uma espécie de salvo conduto para sua opinião externa.
Às vezes o salvo conduto vem no fim, como um adendo.
- Acho que, comunista, tem que matá.
Silêncio. Troca de olhares.
- Não que eu seja um reacionário...
Suspiros de alívio, tudo esclarecido. O cara não é um reacionário. Ainda bem.
A verdade é que devemos ter muito cuidado com os preâmbulos. De preferência, fugir deles. Por exemplo:
- Posso te fazer uma pergunta?
Este é mortal. No meio de uma conversa, no meio de outras perguntas, vem o pedido de permissão para fazer uma pergunta. Que conversa será mais séria, mais difícil e potencialmente mais indiscreta ou agressiva do que as perguntas para as quais nenhuma permissão é necessária.
Evite-a.
- Posso te fazer uma pergunta?
- Não!
- Mas...
- Não pode!
Mas o pior preâmbulo, o que já deflagrou mais desentendimento e discórdia e acabou com mais amizade, casamentos e carreiras do que qualquer outro, o que deveria ser banido de todos os vocabulários para que a humanidade vivesse em paz, é:
- Posso ser franco?
Não deixe! Exija falsidade, hipocrisia, mentiras ou silêncio.
Tudo menos franqueza.
Melhor ainda: corra.
(VERÍSSIMO, Luiz Fernando, Diário de Pernambuco, 03 de Fevereiro de 2002).
Tudo menos franqueza.
Melhor ainda: corra.
(VERÍSSIMO, Luiz Fernando, Diário de Pernambuco, 03 de Fevereiro de 2002).
Luis Fernando Verissimo: erudição e vocabulário sofisticado
FRASES DO LIVRO "O PEQUENO PRINCIPE"
Para matar as saudade de um livro que fez parte de minha infância, e que modificou minha vida por gerações!
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
PREÂMBULO, Mirna M.S. Cardoso
P.S.: Vasculhando a net encontrei este poema, achei interessante, quiz divulgar: link abaixo:
SITES INTERESSANTES
- INTERESSANTES: http://www.minihelp.com.br/
- FRASES DE AUTORES: http://kdfrases.com
CONHEÇA TODOS OS COMANDOS SECRETOS DO BATE PAPO DO FACEBOOK E AS CARINHAS: http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2011/06/conheca-todos-os-comandos-do-bate-papo-do-facebook.html
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Problemas de comunicação
H U M O R
A sonegação de informações também vai gerar problema na comunicação
Preocupados com o baixíssimo índice de natalidade, os dirigentes de um
certo país criaram uma lei obrigando os casais a terem um determinado
número de filhos.
A lei condicionava todos os casais a terem, pelo menos, um filho ao final dos três primeiros anos de matrimônio.
Caso isso não acontecesse, o Governo destacaria um funcionário especialmente treinado para ser o Agente Procriador.
Os fatos abaixo relatados constituem a mais justa expressão da verdade.
Mulher: Você sabe que dia é hoje?
Marido: Sei. Hoje fazemos três anos de casados. E ainda não cumprimos nosso papel para
com o Estado.
Mulher: Será que eles vão enviar o tal Agente Procriador?
Marido: Sei lá! O que eu sei é que a gente não pode recusar. Você sabe como eles são
rigorosos nesses assuntos.
Mulher: Será que ele vem hoje?
Marido: Sei lá, querida. O que eu sei me que eu estou atrasado para o trabalho.
Mais tarde a gente conversa.
Logo após a saída do marido, batem à porta., a mulher abre e encontra um homem a frente. Era um fotógrafo que se enganara de endereço.
Homem: Bom dia, eu sou...
Mulher: Já sei... pode entrar.
Homem: Seu marido está em casa?
Mulher: Não. Ele foi trabalhar.
Homem: Presumo que a senhora e ele já estejam a par...
Mulher: Sim. Meu marido já sabe de tudo e também concorda.
Homem: Ótimo, então vamos começar?
Mulher: Mas já? Assim tão rápido?
Homem: Preciso ser breve, pois ainda tenho mais de seis casais para visitar.
Mulher: Puxa, e o senhor agüenta?
Homem: É claro que eu agüento. Eu adoro o meu trabalho. Ele me dá muito prazer.
Mulher: Então como vamos fazer?
Homem: Permita-me sugerir: uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá,
uma no corredor, duas na cozinha e a última no banheiro.
Mulher: Nossa... mas não é muito?
Homem: Minha senhora! Nem o melhor artista de nossa profissão conseguiria
bons resultados na primeira tentativa. Temos que fazer várias!
Numa dessas, a gente acerta bem na mosca.
Mulher: O Senhor já visitou alguma casa neste bairro?
Homem: Não, mas tenho comigo algumas amostras dos meus últimos trabalhos.
Veja! (mostrando fotos de crianças). Não são lindos?
Mulher: Como são belos esses bebês! Foi o senhor mesmo que fez?
Homem: Sim. Veja este aqui. Foi conseguido na porta de um Supermercado.
Mulher: Nossa... não lhe parece um tanto público?
Homem: Sim, mas a mãe era artista de cinema e queria publicidade.
Mulher: Eu não teria coragem de fazer isto.
Homem: Este aqui foi em cima de um ônibus.
Mulher: Que horror!
Homem: Esse foi um dos serviços mais duros que fiz.
Mulher: Imagino.
Homem: Veja esse, foi conseguido num parque de diversões em pleno inverno.
Mulher: Credo... como é que o senhor conseguiu?
Homem: Não foi fácil! Tinha neve caindo e uma multidão ficou olhando.
Quase não pude acabar.
Mulher: Ainda bem que eu sou discreta e não quero que ninguém veja.
Homem: Ótimo, eu também prefiro assim. Agora, se a senhora me der licença,
eu vou armar o tripé.
Mulher: Tripé? Para quê?
Homem: Bom , madame. É necessário. O meu aparelho, além de pesado, depois de pronto
para funcionar, mede um metro.
A mulher desmaiou.
A lei condicionava todos os casais a terem, pelo menos, um filho ao final dos três primeiros anos de matrimônio.
Caso isso não acontecesse, o Governo destacaria um funcionário especialmente treinado para ser o Agente Procriador.
Os fatos abaixo relatados constituem a mais justa expressão da verdade.
Mulher: Você sabe que dia é hoje?
Marido: Sei. Hoje fazemos três anos de casados. E ainda não cumprimos nosso papel para
com o Estado.
Mulher: Será que eles vão enviar o tal Agente Procriador?
Marido: Sei lá! O que eu sei é que a gente não pode recusar. Você sabe como eles são
rigorosos nesses assuntos.
Mulher: Será que ele vem hoje?
Marido: Sei lá, querida. O que eu sei me que eu estou atrasado para o trabalho.
Mais tarde a gente conversa.
Logo após a saída do marido, batem à porta., a mulher abre e encontra um homem a frente. Era um fotógrafo que se enganara de endereço.
Homem: Bom dia, eu sou...
Mulher: Já sei... pode entrar.
Homem: Seu marido está em casa?
Mulher: Não. Ele foi trabalhar.
Homem: Presumo que a senhora e ele já estejam a par...
Mulher: Sim. Meu marido já sabe de tudo e também concorda.
Homem: Ótimo, então vamos começar?
Mulher: Mas já? Assim tão rápido?
Homem: Preciso ser breve, pois ainda tenho mais de seis casais para visitar.
Mulher: Puxa, e o senhor agüenta?
Homem: É claro que eu agüento. Eu adoro o meu trabalho. Ele me dá muito prazer.
Mulher: Então como vamos fazer?
Homem: Permita-me sugerir: uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá,
uma no corredor, duas na cozinha e a última no banheiro.
Mulher: Nossa... mas não é muito?
Homem: Minha senhora! Nem o melhor artista de nossa profissão conseguiria
bons resultados na primeira tentativa. Temos que fazer várias!
Numa dessas, a gente acerta bem na mosca.
Mulher: O Senhor já visitou alguma casa neste bairro?
Homem: Não, mas tenho comigo algumas amostras dos meus últimos trabalhos.
Veja! (mostrando fotos de crianças). Não são lindos?
Mulher: Como são belos esses bebês! Foi o senhor mesmo que fez?
Homem: Sim. Veja este aqui. Foi conseguido na porta de um Supermercado.
Mulher: Nossa... não lhe parece um tanto público?
Homem: Sim, mas a mãe era artista de cinema e queria publicidade.
Mulher: Eu não teria coragem de fazer isto.
Homem: Este aqui foi em cima de um ônibus.
Mulher: Que horror!
Homem: Esse foi um dos serviços mais duros que fiz.
Mulher: Imagino.
Homem: Veja esse, foi conseguido num parque de diversões em pleno inverno.
Mulher: Credo... como é que o senhor conseguiu?
Homem: Não foi fácil! Tinha neve caindo e uma multidão ficou olhando.
Quase não pude acabar.
Mulher: Ainda bem que eu sou discreta e não quero que ninguém veja.
Homem: Ótimo, eu também prefiro assim. Agora, se a senhora me der licença,
eu vou armar o tripé.
Mulher: Tripé? Para quê?
Homem: Bom , madame. É necessário. O meu aparelho, além de pesado, depois de pronto
para funcionar, mede um metro.
A mulher desmaiou.
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