domingo, 1 de setembro de 2013

Homem Primata





Desde os primórdios
Até hoje em dia


O homem ainda faz
O que o macaco fazia


Eu não trabalhava
Eu não sabia
Que o homem criava
E também destruía...


Homem Primata
Capitalismo Selvagem
Oh! Oh! Oh!... Oh! Oh! Oh!...

Eu aprendi
A vida é um jogo

Cada um por si
E Deus contra todos 

Você vai morrer
E não vai pro céu
É bom aprender
A vida é cruel...



Homem Primata
Capitalismo Selvagem
Oh! Oh! Oh!... Oh! Oh! Oh!...

Eu me perdi
Na selva de pedra
Eu me perdi,  Eu me perdi...



"I'm a cave man
A young man
I fight with my hands
(With my hands)
I am a jungle man
A monkey man
Concrete jungle!
Concrete jungle!"

  





quarta-feira, 28 de agosto de 2013

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Brilhe a vossa luz!!!



Se te encontras sob o cerco de vibrações conturbadoras, emite de ti mesmo aquelas outras que se mostrem capazes de gerar vida e elevação, otimismo e alegria. 

Ninguém susta golpes da ofensa com pancadas de revide, tanto quanto ninguém apaga fogo a jorros de querosene.

Responde a perturbações com a paz.
 
Ante o assalto das trevas faze luz.

Se alguém te desfecha vibrações contrárias à tua felicidade, endereça a esse alguém a tua silenciosa mensagem de harmonia e de amor com que lhe desejes felicidade maior.
                                                                                                                               Emmanuel
                                                                                                                                         
 

PROSPERIDADE


"A conquista da prosperidade na vida pessoal e profissional é uma das aspirações do ser humano da civilização moderna.
Com reflexões e consequentes mudanças de atitude podemos atingir a nossa felicidade como indivíduos enquanto cada um de nós sermos um elemento centrais de nossa sociedade"
https://www.facebook.com/werlow 
 
 

sábado, 17 de agosto de 2013

PREÂMBULO


Quando alguém começava a frase “Eu não sou racista, mas...” você pode estar certo que o que segue será uma declaração racista que desmentirá espetacularmente o seu preâmbulo. Ninguém é mais racista do que quem começa dizendo que não é.

“Eu não sou moralista, mas...” geralmente precede uma posição moralista de embaraçar um Savonarola.

“Eu não tenho nada contra, mas...” Segue um catálogo de coisas contra.

O hábito do preâmbulo imediatamente contrariado tem o seu lado bom. Significa que quem o usar pelo menos reconhece que vai destoar do que seria um pensamento normal, universal, esclarecido e correto. Que precisa se precaver e fornecer uma espécie de salvo conduto para sua opinião externa.
Às vezes o salvo conduto vem no fim, como um adendo.

- Acho que, comunista, tem que matá.
  Silêncio. Troca de olhares.

- Não que eu seja um reacionário...
  Suspiros de alívio, tudo esclarecido. O cara não é um reacionário. Ainda bem.

A verdade é que devemos ter muito cuidado com os preâmbulos. De preferência, fugir deles. Por exemplo:
- Posso te fazer uma pergunta?

Este é mortal. No meio de uma conversa, no meio de outras perguntas, vem o pedido de permissão para fazer uma pergunta. Que conversa será mais séria, mais difícil e potencialmente mais indiscreta ou agressiva do que as perguntas para as quais nenhuma permissão é necessária.
Evite-a.

- Posso te fazer uma pergunta?

- Não!

- Mas...

- Não pode!

Mas o pior preâmbulo, o que já deflagrou mais desentendimento e discórdia e acabou com mais amizade, casamentos e carreiras do que qualquer outro, o que deveria ser banido de todos os vocabulários para que a humanidade vivesse em paz, é:

- Posso ser franco?
  Não deixe! Exija falsidade, hipocrisia, mentiras ou silêncio.
  Tudo menos franqueza.
  Melhor ainda: corra.

(VERÍSSIMO, Luiz Fernando, Diário de Pernambuco, 03 de Fevereiro de 2002).


Luis Fernando Verissimo: erudição e vocabulário sofisticado





























Tu não sofrerás...- Saint-Exupery